6 de julho de 2011

SBT vai exibir episódios perdidos de "Chaves" em agosto



O SBT anunciou nesta quarta-feira que vai passar a exibir os episódios perdidos de "Chaves" em agosto.

A notícia foi publicada inicialmente no Twitter oficial da emissora, e confirmada por sua assessoria.

De acordo com o canal, as fitas dos episódios, que passaram anos sem poderem ser exibidas, foram recuperadas.

As reprises do seriado são exibidas no Brasil há quase trinta anos, e sempre ajudam a alavancar a audiência de outros programas.

O que é o RDC para obras da Copa do Mundo

O texto da MP 527 aprovado nesta terça-feira (6) pelo Senado cria o Regime Diferenciado de Contratação (RDC). É uma opção para as prefeituras, governos estaduais e a União usaram quando se tratar de uma obra destinada à Copa do Mundo de 2014 ou às Olimpíadas de 2016.

Íntegra da redação final da MP 527

1. Contratação integrada, a nova licitação
Situação atual
Existem seis modalidades de licitação:
- Concorrência, para grandes obras
- Tomada de preços, para médias obras
- Pregão, para compras de materiais de consumo
- Convite, para pequenas obras e serviços
- Concurso, para trabalhos artísticos
- Leilão, para venda de patrimônio do Estado
Por regra, as contratações são parciais. Uma empresa fica com a estrutura, outra com a edificação e outra com o acabamento.
O que diz o projeto
Dá a opção à União, Estados e municípios de usarem o Regime Diferenciado de Contratações (RDC) apenas para tocarem as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. A principal inovação é a criação da “contratação integrada”, o chamado “turn key”, em que a obra é contratada por inteiro – projetos básico e executivo e construção – e deve ser entregue à administração pública pronta para uso.

2. Projeto básico e orçamentos
Situação atual
A lei diz que é o governo quem tem que fazer os projetos básicos das obras. Ou seja, tem que entregar aos licitantes um orçamento de quanto pretende gastar incluindo uma relação minuciosa dos materiais e mão-de-obra que serão usados em todo o empreendimento.
O que diz o projeto
Na modalidade da contratação integrada, o governo entrega apenas um “anteprojeto de engenharia” às empresas licitantes. A administração fará um orçamento interno, mantido em sigilo até o final da licitação, usando valores estimados com base em preços de mercado ou já pagos em contratações semelhantes ou calculados de acordo com outras metodologias. O orçamento sigilo ficará em poder dos órgão de controle o tempo todo, mas só será revelado à sociedade após a licitação.
Críticas
A Consultoria de Orçamento da Câmara diz ser difícil estimar o preço de uma obra sem um projeto básico ou, pelo menos, uma relação detalhada dos principais itens do empreendimento, como cimento, ferro, revestimentos, mão-de-obra especializada e terraplanagem. O Ministério Público entende que “objetos subjetivos” permitirão corrupção e superfaturamento. Já o presidente do TCU, Benjamin Zymler, se diz favorável ao anteprojeto de engenharia na licitação, mas entende que ele tem que ser bem feito. Caso contrário, a empresa poderá ter enorme vantagem em relação ao Estado – caso de superfaturamento. Ou ainda, o Estado poderá ter enorme vantagem em relação à empresa – casos em que a empreiteira pode começar os trabalhos e depois abandonar por falta de condições financeiras. A Advocacia Geral da União discorda e diz que o anteprojeto é suficientemente detalhado; além disso, o texto da proposta prevê julgamentos com critérios objetivos.

3. Inversão das fases da licitação
Situação atual
Nas grandes obras, é preciso se habilitar juridicamente primeiro antes de oferecer as melhores propostas numa licitação. Com isso, gasta-se longo tempo analisando papéis de empresas que sequer vão ter condições de executar o trabalho ao final.
O que diz o projeto
Primeiro, as empresas oferecem os lances. Só quem vencer a licitação é que vai ter que apresentar a documentação da habilitação. Para apressar essa fase, será possível usar um cadastro com a pré-qualificação permanente das empresas interessadas em participar de licitações.
Críticas
O presidente do TCU, Benjamin Zymler, entende que é preciso barrar “aventureiros”, aqueles que oferecem propostas irrisórias para vencerem a disputa a qualquer preço. Ele propõe que haja um valor-limite abaixo do qual o empresário terá que provar ter mesmo condições de executar a obra sem sair no prejuízo.
Zymler ainda defende um mecanismo do PLC 32/07 do Senado. Por ele, haveria três fases: a habilitação econômico-financeira (para barrar os aventureiros), a seleção das propostas e a habilitação jurídica (com a papelada burocrática). As empreiteiras são contra a inversão de fases.

4. Redução dos recursos
Situação atual
O licitante pode entrar com recursos contra o edital, depois contra uma empresa habilitada ou desabilitada e depois ainda contra uma empresa declarada vencedora. Cada recurso suspende a realização da licitação. Ainda há casos que vão parar na Justiça
O que diz o projeto
O julgamento dos recursos vai acontecer apenas no final, após a escolha do vencedor e a aprovação ou não de sua habilitação. De acordo com interpretação do PSDB, os recursos contra o edital não vão suspender o andamento da licitação.

5. Preço e qualidade
Situação atual
A lei diz que, quando o critério de escolha for preço e técnica, os pesos deverão ser de 50% para cada item.
O que diz o projeto
Na contratação integrada, o critério será sempre de técnica e preço. Poderá ser admitido até 70% de peso para um dos dois itens. O artigo 6º do RDC ainda diz que a “busca da vantagem” para a administração não será apenas preço, mas também benefícios diretos e indiretos, sustentabilidade ambiental, manutenção, depreciação econômica e “outros fatores de igual relevância”.

6. Aditivos
Situação atual
As empresas têm que cumprir o orçamento, mas, se provarem desequilíbrio financeiro, pode haver reajuste no contrato de até 25% para obras e até 50% para reformas.
O que diz o projeto
Apesar de o governo entender que os aditivos serão reduzidos com a contratação integrada, a MP 521 prevê ainda duas exceções para eles:
— por exigência da Administração Pública, no limite de 25% e 50%
— para recomposição financeira motivada por casos de força maior, como tragédias e enchentes, sem limites de aditivos
Críticas
Depois de críticas da oposição, o relator José Guimarães retirou do texto a exceção que permitia aditivos sem limites quando por necessidade de alteração de projeto a pedido da Fifa e do Comitê Olímpico Internacional (COI).

7. Bônus ou remuneração variável
Situação atual
A empresa que vence o contrato tem a obrigação de cumpri-lo exatamente como prometeu. Não há nenhum bônus se antecipar prazos ou usar tecnologias inovadoras.
O que diz o projeto
O governo poderá conceder uma “remuneração variável” às empresas que entregarem as obras antes dos prazos e se tiverem bom desempenho nos padrões de qualidade e critérios de sustentabilidade ambiental. O valor do bônus não poderá estourar o orçamento inicial do empreendimento.
Críticas
Consultoria de Orçamento da Câmara sugere que o teto orçamentário seja definido para não pairar dúvidas. Ele se refere à Lei Orçamentária Anual (LOA) ou ao orçamento sigiloso da licitação?

8. Aeroportos de outras cidades
Situação atual
Não trata desse assunto.
O que diz o projeto
Emenda aprovada e apoiada por Jovair Arantes (PTB-GO) e outros líderes permite que aeroportos de capitais a até 350 km das cidades-sedes se beneficiem dos mecanismos do RDC. Por exemplo: Goiânia, que não conseguiu sediar jogos, poderá fazer reformas em seu aeroporto com as novas regras, porque fica a 200km de Brasília, uma das cidades da Copa.

9. Publicidade
Situação atual
Praticamente todos os atos da licitação são publicados no Diário Oficial.
O que diz o projeto
Só os atos mais relevantes vão para o Diário Oficial – obras de mais de R$ 150 mil e serviços de mais de R$ 80 mil. O restante é publicado apenas na internet, na página de transparência da administração.

10. Comissão de licitação
Situação atual
(Sem informação)
O que diz o projeto
A maioria dos servidores que vão compor as comissões de licitação deverá ser de funcionários públicos efetivos ou celetistas.

11. Lista de obras da Copa e das Olimpíadas
Situação atual
A lei atual não é específica para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
O que diz o projeto
As obras referentes à Copa de 2014, Copa das Confederações de 2013, Olimpíadas e Paraolimpíadas poderão usar o Regime Diferenciado de Contratações (RDC). A lista de empreendimentos da Copa estará na matriz de responsabilidades da União, estados e municípios. A lista dos empreendimentos da Olimpíadas será definida pela Autoridade Pública Olímpica (APO). Caso não sejam definidas pela APO a tempo, serão escolhidas obras consideradas “imprescindíveis” para cumprir os compromissos perante o Comitê Olímpico Internacional (COI).
Críticas
A exceção das obras “imprescindíveis” pode abrir caminho para qualquer tipo de empreendimento.

12. Licitantes remanescentes
Situação atual
Se o vencedor desiste do contrato, o segundo colocado é chamado para executá-lo cobrando o preço do primeiro colocado.
O que diz o projeto
Quase o mesmo procedimento da lei atual. Entretanto, se nenhum licitante – segundo, terceiro, quarto, quinto colocados... - aceitar o preço daquele vencedor desistente, aí será chamado o segundo colocado, que poderá exigir o seu próprio preço para tocar a obra.

13. Endividamento de cidades-sede da Copa
Situação atual
Pela Medida Provisória 2185-35/2001, os municípios que estão com obras em andamento podem refinanciar suas dívidas acima do limite da receita líquida real. O prazo para usar esse benefício termina em junho de 2011.
O que diz o projeto
O prazo para refinanciar dívidas acima do limite quando houver obras em andamento é esticado até 31 de dezembro de 2013. Isso vai beneficiar os municípios-sedes da Copa do Mundo.

Fontes: Relatórios da MP no Congresso, Assessorias técnicas do PCdoB, PSDB e DEM, Ministério Público, empreiteiras, consultores de orçamento, auditores e membros do TCU, e promotores de Justiça

Licitação para Copa desperta várias dúvidas

Ke$ha diz que tem mania de fazer xixi em coisas estranhas




A cantora Ke$ha, 24, disse ter pelo menos uma mania bem fora do comum.

"Gosto de fazer xixi em coisas estranhas", afirmou em entrevista ao site da "NME".

Outra das confissões feitas na entrevista foi que ela e sua banda, formada por mulheres, sempre tiram fotos do volume na calça dos fãs que sobem em seu ônibus.

"Temos uma parede com todas as fotos coladas", comentou.

A cantora despontou em 2009, com o hit "Tik Tok", que alcançou o topo das paradas em 11 países

Rock in Rio movimentará R$ 653,6 milhões na economia do Rio




A Secretaria de Turismo da Cidade do Rio de Janeiro (Riotur) divulgou nesta quarta-feira um estudo sobre o impacto econômico do Rock in Rio que prevê a chegada de 315 mil turistas na cidade e a movimentação de US$ 419 milhões (R$ 653,6 milhões) durante os sete dias de festival.

"O Rock in Rio volta com um grande legado porque trará benefícios culturais, econômicos, sociais, materiais e em todos os sentidos com obras que depois permanecerão", disse em comunicado o presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello.

O evento musical, que nesta edição celebra seu 25º aniversário, retorna à cidade onde foi criado após dez anos de ausência com shows que serão realizados entre os dias 23 e 25 de setembro e entre o dia 29 de setembro e o dia 2 de outubro. O estudo calcula que o festival atrairá 700 mil espectadores, metade deles turista

Estes dados permitirão que o Rio de Janeiro registre uma taxa de ocupação hoteleira de 98% com a chegada dos 315 mil turistas que assistirão ao festival, segundo números da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.

A organização do Rock in Rio espera arrecadar somente com a bilheteria dos setes dias de evento US$ 64 milhões. Já as despesas dos turistas na cidade deveram atingir a marca de US$ 233 milhões, a qual devem se somar outros US$ 21 milhões que serão arrecadados na Cidade do Rock com a venda de alimentos e produtos de marketing.

O furor vivido na cidade pelo retorno do festival, depois de edições em Lisboa e Madri, pôde ser comprovado no último mês de maio quando 600 mil ingressos foram vendidos em apenas 72 horas.

A corrida por ingressos levou os organizadores e a Prefeitura da cidade a programar um novo dia de shows, 29 de setembro, data para a qual ainda não foram divulgados os artistas convidados.

Até agora estão confirmadas a presença de estrelas como Shakira, Rihanna, Kate Perry, Elton John e Lenny Kravitz, além dos grupos Red Hot Chili Peppers, Coldplay, Guns N'Roses e Metallica, entre outros.